sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Foto: “Mas eu por algum motivo ainda insisto em nós e vim aqui te pedir cuidado. Não me deixa ir embora.”
Foto: “A gente morre. E quer saber o que a gente leva da vida, quando morre? Porra nenhuma. A gente só deixa. Acha que, no final, vai levar tuas cicatrizes? Sejam emocionais ou físicas. Não, né? Então pra que tanto medo de viver?”
Foto: A gente planeja a nossa vida e sempre se esquece que não se tem controle de absolutamente nada.
Foto: “Cuide de você, se apaixone por você mesmo. E aí verá que o mundo vai te olhar de uma forma que você nunca percebeu. Um pouco de amor próprio não faz mal a ninguém.”
Foto: “Eu gosto de você, gosto mesmo. Mas isso não significa nada. Não mesmo. Não significa que eu vá correr atrás feito desesperado, nem que eu vá deixar de viver porque você não dá a mínima. Sabe, ninguém morre de amor. Não deve ser tão difícil assim deixar pra lá, não pode ser. E além do mais, amanhã é outro dia, e depois de amanhã, lá vem mais outro… Olha que maravilha, eu ainda consigo pensar direito. No começo é sempre difícil, a gente chora de raiva porque é o que se tem pra fazer. Pode demorar, mas a gente sobrevive.”
Foto: Não é irônico?

Nós ignoramos quem nos adoram,
adoramos quem nos ignora,
amamos quem nos magoam,
e magoamos os que nos amam.
Foto: “Ontem a noite eu não preguei os olhos, tava uma bagunça, um barulho, não o quarto, a casa ou a vizinhança, mas a minha mente.”
Foto: É uma mistura de "te amo" com "te odeio", de "vai embora" com "fica mais um pouco", de "não sinto nada" com "morro de saudade'.